Arquivos Mensais: Setembro 2013

Man, what the fuck did the Greeks have to do with anything?

O filme é Rumble Fish. O realizador, Francis Ford Coppola, filma-o como um tipo negro de olhar agudo diz que a inenarrável personagem de Mickey Rourke joga bilhar: “He’s a prince… He’s like royalty in exile”. Rumble Fish é um … Continuar a ler

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2026

Não sei se estou a fazer tijolo em 2026 ou se muito antes pelo contrário estou mais fresca que uma alface. Não sei. Sei que cada vez mais, as certezas de hoje são incertezas amanhã e que nem sempre foi … Continuar a ler

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made to love

Desejo. Fica o desejo de voltar brevemente a este Triste salão. A todos os Tristes,

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One From the Heart, uma ideia de música

O “One From the Heart” não é só um filme de fusão de tempo e espaço. Não é só um filme em que imagens se acendem dentro de outras imagens, um filme da simultaneidade de temporalidades distintas ou da simultaneidade … Continuar a ler

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Granta

Há muito para se ler neste livro que é uma revista. Um bom livro de cabeceira. Não é um livro, mas se fosse, seria um livro solteiro. Vai-se lendo sem compromisso. Talvez por isso lhe chamem revista. Mas tem peso … Continuar a ler

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Um dia parte isto tudo

Sim, é para pagar… são mais 10 mil, porque existe mais-valia! O senhor doutor, bem vê que comprou uma casa e a vende agora um pouco mais cara. Claro que as obras que nela fez deviam abater, mas passados cinco … Continuar a ler

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O que é que deu cabo dele?

para o Bernardo que escreve à Peter Green O que é que deu cabo dele? A amarga doçura com que cantava? As trips de LSD? Os electrochoques com que lhe trataram a esquizofrenia? As alucinações e a paranóia? Peter Green fundou … Continuar a ler

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Poema inútil do inútil Borges

Escasso, depurado às vezes.  Inútil sempre, como este poema. Poema inútil do inútil Borges. E a beleza? A beleza é inútil ou não é beleza. A filosofia também. E o amor não serve para coisa nenhuma. O poema, a beleza, a … Continuar a ler

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Meio-Dia

MEIO-DIA Uma atrás da outra, hoje vi as ondas mudarem-se do verão para o outono e as nuvens descerem para um extremo branco de chumbo e soube que era verdade: não encontrei o mar à minha frente não fui  rio … Continuar a ler

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Uma mulatíssima Debra Winger

O que se via era um povo em festa, mas talvez fossem só duas ditaduras a beijar-se. Os meus olhos tinham treze anos. Pouco mais ou menos o que tinham os olhos de Jim, o miúdo inglês que Christian Bale … Continuar a ler

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A Oeste do Paraíso

O cinema do futuro tem dois caminhos. Ou se torna cada vez mais experimental, ou ambiciona algo de muito mais complexo: um fôlego romanesco equivalente à grande literatura. “Como um Trovão” é fascinante porque ambiciona esse fôlego. Luke (Ryan Gosling, … Continuar a ler

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Ó Abreu, são as artes e lá vou eu

  As artes têm de dizer “eu” até à exaustão. Não há artes na terceira pessoa. Está absolutamente interdito às artes omitirem a subjectividade. Ou, dito de outra maneira, às artes está proibido o direito de usurparem a objectividade. Seria cobardia.

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Publicado com a condicão inabalável de não ser publicado

Este blog tem os melhores leitores. Dir-se-ia ser o caso de um que só aceita ser mencionado com a condição inabalável de não ser mencionado. Até podia ser um grande leitor, mas, ó, não é. Porque é um grande escritor … Continuar a ler

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Eu seja ceguinho

  Agora que os meus olhos, que nunca foram grande coisa, já não são o que eram e ameaçam ficar piores, lembrei-me de que as artes e as letras até não se dão mal com a cegueira. O diabo é … Continuar a ler

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Triste Dia, 1924-2013

  A delicada majestade Um dia poderás chegar, tu que nunca chegas porque não és um tu ou porque chegas sempre em não chegares. Subi um dia por uma escada silenciosa e em torno era um pomar branco, tranquila maravilha … Continuar a ler

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