De olhos bem abertos

De olhos bem abertos I

De olhos bem abertos I

De olhos bem abertos II

De olhos bem abertos II

De olhos bem abertos III

De olhos bem abertos III

 

 

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
Esta entrada foi publicada em Post livre. ligação permanente.

4 respostas a De olhos bem abertos

  1. são, belíssimos, olhos de vento se ouvires bem. 🙂

  2. nanovp diz:

    E que “olhos” estes!!!!

  3. Um olho no cigano, outro na pradaria…

  4. Mónica diz:

    que belas fotografias, não sei porquê mas têm o seu quê de sensualidade, peço desculpa pela comparação absurda. o fotografo é mesmo bom

Os comentários estão fechados.