Turf

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Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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6 respostas a Turf

  1. neste, Rita, a expressão corporal indica que vai todo cagadinho. depois é que veio a legenda. 😀

  2. GRocha diz:

    Dá muito trabalho “surfar” …. admiro a coragem e a loucura dessa gente….
    e sim concordo é muito show off, que se torna num charme encantador 🙂 😉 dei comigo a reparar nas beldades surfistas, um mundo que me passava completamente ao lado …. 😀

  3. Pedro Marta Santos diz:

    Nos tempos que passam, resta-nos agarrar à prancha com toda a força para nos afundarmos. Beijinhos, Rita.

  4. Ainda que, Rita, as melhores ondas sejam vermelhas. As do Estádio da Luz, perdão, da Catedral.

  5. nanovp diz:

    Ganda onda! E só para quem quer…

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