Arquivos Mensais: Dezembro 2013

Bom Ano

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A Casa Creme

“O Passado”, de Asghar Farhadi “O Passado” segue o exemplo sensível e meticuloso de “Uma Separação”, o filme anterior do iraniano Asghar Farhadi:: o amor é um poço sem fundo de emoções contraditórias, e os seus percalços assemelham-se à lógica … Continuar a ler

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O que raio é isso de bjs?!

Já aqui expliquei as razões amorosas e erotolailai. Mas mesmo entre amigos. Conhecidos. Vá, por mera cortesia. O que é isso de bjs? Bjs?! BJS? Não me atirem consoantes à cara, que nervos! Kiss me e acabou-se. Ps: Se clicar no … Continuar a ler

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A porta abre-se?

“What I tell you three times is true” (The Hunting of the snark, Lewis Carrol) Já vos disse mais do que três vezes – e se não o fiz repito-o hoje, que o futuro só vive como presente do passado. … Continuar a ler

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Dockery and Son, Philip Larkin

    “Dockery and Son“, poema de Philip Larkin, foi escrito em 1963 e publicado, com outros 31 poemas, no volume “The Whitsun Weddings”, editado pela Faber and Faber, em Fevereiro de 1964. Vem preencher este “Está Escrito” enquanto o Ruy … Continuar a ler

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A cautionary love tiny-tale

Run, Baby, Run – Se queres que vá, dá-me a chave para abrir a porta. – A porta não está trancada. – Então, porque não consigo sair? – Vives no passado, o futuro nunca chegará.

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2001: o melhor filme de todos os (meus) tempos

 Devia ter aí uns dez anos quando, pela mão dos meus pais, vi 2001 – Odisseia no Espaço pela primeira vez. Desde aí, mesmo sem ter percebido grande coisa, passou a ser o filme da, até então, curta vida que … Continuar a ler

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Tristes Alegrias

Há tanta tristeza bonita, tanta lágrima de alegria, choro de vida. O que se espera é triste, mas não é maior a alegria quando se alcança, por um pouco, nem que por um segundo apenas, o sabor quente do verdadeiro amor? … Continuar a ler

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Jogar dinheiro fora em tempo de fome

Estou doente. Imprestável até para ler. Mas o ano está a acabar. E nesta contagem decrescente, mesmo antes de chegarmos às 00:00, meia noite, viva!, gostava de lembrar que este país está pobre, mas joga dinheiro fora quando manda para … Continuar a ler

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Uma noite de Lux(o)

Este será, provavelmente, o primeiro texto que escrevo sobre a “noite” de Lisboa. E garanto-vos que não será por falta de frequência da dita, porque dela usei e abusei durante umas boas duas décadas. Talvez por ter bem presente a … Continuar a ler

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Talvez , a mais prudente palavra

Talvez… Já pensaram neste vocábulo? Claro que não! Quase ninguém pensa em vocábulos. Mas é interessante, é formado por tal+vez. Ou seja, uma tal vez foi assim, ou então não foi… Em francês diz-se peut-être e quer literalmente dizer pode ser. … Continuar a ler

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Sentir

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Sta. Nicollette

Nicollette era uma santa. Um metro e setenta e dois de altura, sorriso feito de dentes brancos e luz, cabelos longos, sensualmente soltos e despenteados como os da Vénus a sair da casca, e um ratio anca/busto de 0.7. Nicollette … Continuar a ler

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Deitada na cama, um telefone ao lado

  Conhecia-a porque o João Bénard a conhecia. O João, meu director, falava dela e, sem a vermos, já a víamos. Deliciava-nos com as excentricidades dela, assustava-nos com as fúrias dela. Eram os anos 80, estava eu na Cinemateca Portuguesa, … Continuar a ler

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Um Dálmata nunca tira o pijama

  – É quase fim-de-semana sim, fim-de-semana sim. – Mas gostas? – Oh, podia viver sem isto, mas não era a mesma coisa. – Sabes, eu enjoo, acho que nunca conseguiria. – A maior parte das vezes o mar está … Continuar a ler

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