do verbo (des)governar – i

do verbo governar

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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19 respostas a do verbo (des)governar – i

  1. caruma diz:

    Que fera, Rita ! Para quem é esse verniz ?

  2. Não gosto nada, mesmo nada, de Florbela Espanca, enjoa-me aquele relambório exuberante, sempre com o volume no máximo, mas de vez em quando tem uns versos bons: “quantas panteras bárbaras mataram, só pelo raro gosto de matar.” Ou coisa parecida que cito de cor.

  3. Não sei quem é, mas vê-se que é a mão de uma mulher que está a cair do telhado e se tenta agarrar desesperadamente à parede de um prédio de 35 andares.

  4. Mario diz:

    Reconheco Este Vermelho…:-)

  5. nanovp diz:

    ai que arrepio Rita…

  6. catarina diz:

    A mão de alguém, nas costas de alguém… 🙂

  7. Maria do Céu Brojo diz:

    Sem graça, a verdade é que perante atualidades fico assim.

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