Histoire de roses

é ... de triste

Se venho aqui, quase todos os dias, é porque, sem os meus camaradas Tristes, nunca conseguiria cantar uma canção completa. Aqui, quando nos esquecemos da letra, há sempre alguém para nos soprar as palavras de um verso. Timide et rose.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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6 respostas a Histoire de roses

  1. Pedro Bidarra diz:

    Que sincronismo, eu passei o fds em Paris de um lado para o outro

  2. nanovp diz:

    Um dueto da Rita e do Diogo…? En français bien sûr….

  3. riVta diz:

    c’est la rose l’important …

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