Às vezes.

Às vezes gosto de desmontar coisas. A maior parte das vezes para as compreender. Quando sobram coisas, o que é raro, encolho os ombros e confirmo se o trabalho que tive, mesmo assim, valeu a pena.
Vale!
Desta vez foi uma simples fechadura que serve o puxador de trinqueta. Não sobraram parafusos e estou à espera que a loja de ferragens me diga se tem uma mola nova para eu poder montar.

TrinquetaOutras vezes, quebram-se coisas por falta de elasticidade e não há mesmo nada a fazer.

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Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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15 respostas a Às vezes.

  1. Lego para grandes? A falta de elasticidade… yoga.

  2. delia riès diz:

    Madame RRdeV fait du bricolage? Eh bein, moi aussi 😀 Celà mets, entre autres, les choses en ordre. N’est-ce pas?

  3. Que seja desmontar as coisas e não as pessoas como é moda no lar doce lar moderno:

  4. Rita, sempre que precise tem aqui um handy man.

  5. ERA UMA VEZ diz:

    Ai Rita nem um simples préguinho…

    Tenho a sorte imensa de só ter de “dar a ideia” e ter um bricolageiro fantástico ao meu lado!!! Sofro apenas quando me faz esperar…esperar…

  6. ERA UMA VEZ diz:

    Bem…nem lhe digo…e os frascos de vidro com prégruinhos e buchas e parafusos e coisas que nem sei o nome.
    (A respectiva arrumação é que não é lá grande coisa…)

    Abraço.

  7. nanovp diz:

    Ainda guardo a caixa das ferramentas Rita…

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