A pensar morreu um burro … será?

 

Paul_Cézanne,_Jeune_garçon_au_gilet_rouge_(1888-89)

Paul Cézanne, Jeune garçon au gilet rouge (1888-89)
 Foundation E.G. Bührle

Aqui fica o desafio deste mês. Os tristes que se pronunciem antes que se faça tarde…para o burro, claro.

 

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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13 respostas a A pensar morreu um burro … será?

  1. Diogo Leote diz:

    Belo desafio, Rita, sim senhor. Vou-me já pôr a pensar o que um burro pensaria.

  2. Os burros são tão importantes na cultura que, em americano, a cultura dominante, vivem num buraco (asshole):

  3. Maria do Céu Brojo diz:

    Este Cézanne dá pano para várias mangas. Estou tentada. O problema é, depois, esquecer-me.

  4. ar diz:

    O jovem modelo está cansado de tanto tempo em pose. Diria para si próprio: Esta porra nunca mais acaba. Este gajo é um chato e paga pouco.

  5. sand boy diz:

    As Vasconcelitas, Brojitas e outras meninitas que por aqui se desanuviam, brotaram em bercinhos de ouro enchumaçados com maços de algodão africano, não percebem da rijeza da existência, por isso não sabem ler a espírito dos que tem de lutar para garantir algo para o dia a dia. A massa não brota nas árvores plantadas á beira Tejo petizas.
    Vocemecês me indulgenciem, tabém.

  6. sand boy diz:

    Será de andar no protótipo, da trotinete que esboçou? Realmente, a posição de condução deve embaraçar o fôlego. Quiçá aparelhando uns abanicos, onde melhor der jeito, resolva a questão.

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