Arquivos Mensais: Agosto 2014

Flores do Mal XVI

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Leituras de pequeno almoço

Não tirem conclusões precipitadas, mas tomámos o pequeno almoço juntos. Compotas, ovos mexidos, bacon e um nadinha de salmão. Muito café, torradas e nenhum leite, como se fôssemos os dois chineses. Lemos os jornais. Cada um de nós descobriu uma … Continuar a ler

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O raio do irlandês

   – Querido sobrinho, sabe que vai ter de me aturar nos próximos 15 dias, não sabe? – Estimada Tia, bem sei e tenho todo o gosto. Junta-se a nós o Nuno, emérito designer deste blog. Os nossos leitores não … Continuar a ler

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Leiam. Quando acabarem, olhem lá para  cima

Tia – O meu sobrinho Manuel não se importa de explicar tudo aos nossos pacientes leitores? Explique lá o que  vai acontecer nos próximos 15 dias. Manuel – Querida Tia, eu explico, mas espero que ninguém se escandalize. É um … Continuar a ler

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Flores do Mal XV

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Não era rico, era monopolista 

O cinema não me deu tudo. O tempo que julgo ver nos filmes talvez seja a ideia de tempo que lhes dou eu por já a levar da vida. Dos 10 aos 15 anos, no liceu, com excepção das aulas, … Continuar a ler

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Flores do Mal XIV

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Visão, tenha duas: Geração Hello Kitty, talvez a morte nos salve

Meia-noite na manifestação. E aqui estamos, o Manuel S. Fonseca e eu, cada um a dizer de si. Ou será de nós? GERAÇÃO HELLO KITTY, TALVEZ A MORTE NOS SALVE Sou filha da geração que se manifestou. Da que saiu à … Continuar a ler

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Visão, tenha duas: malhavam pela frente e por trás

Eu já fui uma silhueta na noite, igualzinha às silhuetas de Fergusson, Missouri, com que Eric Drooker, artista, habitual ilustrador da New Yorker, povoou subtilmente a capa que faz o nosso “Visão, tenha duas” desta semana. Foi em 1973, em Lisboa, … Continuar a ler

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Flores do Mal XIII

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Requiem – subir a colina, intensa luz e descanso?

Requiem æternam dona eis, Domine, et lux perpetua luceat eis. Te decet hymnus Deus, in Sion, et tibi reddetur votum in Ierusalem. Exaudi orationem meam; Estava muito bem a ouvir o Requiem, que sendo uma oração pelos mortos, faz bem … Continuar a ler

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letras do verão

Espera-me com ar. Com aquela leveza do hélio que atávamos ao pulso, quando o mundo era ainda a lápis de cera. Ou os teus eram de cor? Sei de cor. Tudo a mais. Mantém-me presa por um fio mas espera-me … Continuar a ler

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De ganzas, qawwalis e assassinos #3

3 Winnipesaukee Lake, Setembro 2013 O vento é fraco. Fizemos um longo bordo a noroeste e numa bolina discreta, tentamos agora trazer para o pequeno cais de madeira de onde saímos duas horas antes, este velho e inchado Rhodes 19. … Continuar a ler

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De ganzas, qawwalis e assassinos #2

2  Uma ponta fumada e fumegante atravessa o cumulus de fumo que nos cobre e enfiando-se no escuro da pequena janela desta casa de banho, vai perder-se lá fora, na noite cada vez mais húmida de Chennai. Regressamos à festa, ligeiros e … Continuar a ler

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De ganzas, qawwalis e assassinos #1

1  Chennai, Agosto 1996 Um fio de fumo azulado. Ascendente, rente aos azulejos azul cueca desta casa banho. Sigo-lhe com o canto do olho o sinuoso percurso até lá cima, a uma pequena janela agarrada a um tecto leproso entretido … Continuar a ler

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