ANDO NISTO

– A ler “O Optimista Racional”, de Matt Ridley, que escreveu um dos meus livros favoritos (“Genome”, 1999) e apresenta uma tese convincente quanto à intrínseca benignidade do comércio desde há 5500 anos

Matt Ridley

– A ver “The Worricker Trilogy”, de David Hare, que tem uma inteligência filha da puta quantos aos anais da alta finança e às conveniências da espionagem que faria corar Bernard Madoff e John Le Carré

The Worricker Trilogy

– A ouvir “Popular Problems” de Leonard Cohen (isto de descobrir Cohen aos 46 anos meus e aos 80 dele tem que se lhe diga)

Popular Problems

 

 

Sobre Pedro Marta Santos

Queria mesmo era ser o Rui Costa. Ou sonâmbulo profissional. Se não escrever, desapareço – é o que me paga as contas desde 1991 (são 20 anos de carreira, o disco está a sair). Há momentos em que gosto mais de filmes do que de pessoas, o que seria trágico se não fosse cómico – mas passa-me depressa. Também gosto dos olhos da Anna Calvi. E das bifanas do Vítor. Aprecio um brinde: “À confusão dos nossos inimigos”. Não tenho nenhuns, só uma ternura infinita pelo azul das árvores e o amarelo do mar. E peço: digam-me mentiras.

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6 respostas a ANDO NISTO

  1. E que bem que anda, Pedro. Tem graça isto de nos pôr a par das andanças. Sabe bem sentir a curiosidade a despertar.

  2. Também tenho curiosidade em saber das tuas andanças, Teresa. E das dos restantes tristes. Podíamos chamar a isto “A Quantas Ando”.

  3. É boa ideia, Pedro, bem boa. No seguimento dos good reads 🙂
    A quantas ando é bom.
    E não sei se não gosto mais do apenas Ando Nisto.

  4. Bernardo Vaz Pinto diz:

    “Ando Nisto” sem dúvida, e andas bem Pedro…

  5. riVta diz:

    curiosa de tudo

  6. Thanks, Bernardo. Gosto de te ver curiosa, Rita. Mas eu gosto de te ver de todas as maneiras.

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