Vamos dançar, beleza?

Estava a ver as notícias na Sic-n. Em rodapé: cumbia no B.Leza. O que gosto de dançar uma cumbia… Fui logo espreitar o site. É La Yegros. Amanhã.

Nunca estive no B.Leza. E também não vou estar. Ó. Que pena. Ao menos sirva o desgosto para limpar o mau karma!

Sobre Eugénia de Vasconcellos

Escrever também é esta dor amantíssima: os lábios encostados à boca do silêncio, auscultando, e nada, esperando dele a luz que beije. É assim, pelas palavras se morre, pelas palavras se vive.
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4 respostas a Vamos dançar, beleza?

  1. Teresa Conceição diz:

    Eugénia,

    que beleza esta música!
    E que nunca cumbiei.
    No antigo B’leza teria de certeza outro sabor. Havia um palco de teatro, bandas a tocar ao vivo entre fumo e gins tónicos africanos, dançar era estar em cena.
    Todos os pares agarrados como nos bailes de província. Parecia uma peça decadente em veludo vermelho desbotado. A noite ficava sempre diferente quando era acabada ali.

    O novo B’leza não faz esta proeza de ambiente. Não tenha desgosto.
    Mas a música continua a valer a pena, pelos vistos e ouvidos.

    • EV diz:

      É boa, a La Yegros. A solo ainda é melhor.

      E a pena com que fiquei de não ter isdo a esse B`leza que errei até no nome? A cumbia aprende-se num instantinho – é fácil quase demais. Não tem um rapaz aí à mão? Um passinho para trás, frente, outro passinho para trás, frente – e deixa que a anca conduza os passinhos, muito rendondinha, up and down. Já está!

  2. nanovp diz:

    O B.leza perdeu algum charme, infelizmente não é a mesma coisa…mas a Teresa tem razão fica a musica…que é quase tudo.

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