Arquivos Mensais: Novembro 2014

Good day sunshine

O que é mesmo difícil é cantar a felicidade, o sol a abrir as portas do dia novo, amarmos e sermos amados.

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Espírito e corpo.

    Sábado- Sol – Novembro é razão mais do que suficiente para vir propor que guardem bem a minha receita secreta. Como na série ‘Missão Impossível’ se não a escreverem ela esfuma-se na blogoesfera e nunca mais a encontram. … Continuar a ler

Publicado em Ando Nisto | 10 Comentários

Manoel de Oliveira de calções

Até mesmo Hemingway teve infância. Antes dos touros, dos litros de dry-martinis, de Paris em festa, houve um Ernest antes de haver um Hemingway. Diria mais, ainda o decano de todos os cineastas, o nosso Manoel de Oliveira, não tinha … Continuar a ler

Publicado em Post livre | 7 Comentários

Uma História de Amor (Im)possível

  Houve tempo em que todas as noites desenhava ilustrações da história que engendrava para a hora da deita da pequenada. Contar o conto enquanto dava uso aos lápis de cor ou de pastel era hábito do qual nem adultos nem … Continuar a ler

Publicado em Está Escrito | 9 Comentários

Os alguidares da memória

  Fui abençoado com uma memória de merda. Não que não tenha memória, que tenho, mas os critérios com que ela arquiva as coisas que arquiva são, para mim, incompreensíveis. Um mistério! Lembro-me de merdas que não servem para nada, … Continuar a ler

Publicado em Post livre | 17 Comentários

Olho por Olho

    Redon, o simbolista, papá do surrealismo “malgré lui”, lançou-se às origens por causa de Darwin e dos pesadelos de infância. Mais viveu, mais negro ficou. Não ficamos todos?

Publicado em Museu das Curtas | 1 Comentário

Bem podia ter aprendido a fazer livros

Foram mesmo muitas mordomias. Deixavam-me viajar. Podia falar com artistas. Escolhia papéis e capas. Bem podia ter aprendido a fazer livros. Ou seja, vamos lá ao segundo capítulo das minhas aventuras editoriais. Mas que raio de editor sou eu? capítulo … Continuar a ler

Publicado em Post livre | 2 Comentários

Correspondência Interrompida (2)

Querida L: De repente, como um solavanco na estrada, um soluço na voz. De repente, olhamos por instantes a vida como um todo. O universo infinito, e o mundo que rola como uma esfera perdida num espaço sem amarras. O … Continuar a ler

Publicado em Post livre | 4 Comentários

Saber mais é fazer melhor, ser mais completamente, não é?

Uma virtude, talvez a maior virtude da pequenez, da mesquinharia, nossa ou de outrem, é a de nos confrontar com a grandeza – o céu estrelado. Fazer o quê com aquilo que em nós é menor senão acomodá-lo no que … Continuar a ler

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Poema dos quarenta e seis anos

POEMA DOS QUARENTA E SEIS ANOS Não é cedo para esta contabilidade é a estação certa e o dia Algum dia tinha de ser um destes dias foi hoje: vi a contagem decrescente e a balança das almas luminosa como … Continuar a ler

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A arte, o feijão e o olho do cu

Cada vez tenho menos pachorra para bonzos normativos que acham que só há arte se um tipo trouxer um feijão enfiado no olho do cu. E não é que estes outros dois tipos talentosos, inventivos e divertidamente seriíssimos, me quiseram aqui dar … Continuar a ler

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Pensar e Agir

Pensar sem agir pode revelar-se inútil. Agir sem pensar pode ser ser perigoso.

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O Chico Grave e o Cintra Ferreira estão juntos

Hoje fui ter com dois dos meus mortos – e se eu já tenho um bom bando de lindos mortos. Há mais de um ano, em Maio do ano passado, o Francisco Grave, com aquela sua mania de não dizer … Continuar a ler

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Uma gravata Armani para Carl Th. Dreyer

Mas que raio de editor sou eu? entre o capítulo um e o capítulo dois Lembram-se de eu vos ter dito aqui que o meu primeiro “livro” – como editor – foi um “Panorama do Cinema Dinamarquês” de “um luxo siba­rita”, … Continuar a ler

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Claude Le Petit, maldito poeta

  Das edições que já fiz na minha lamentável vida, esta é uma das que me é mais querida. Caiu-me nas mãos um livro francês, Le Bordel des Muses, de Claude Le Petit. Foi logo tiro e queda. Mas não era … Continuar a ler

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