Dá-me lume

Há um bocadinho de paraíso no piano de Júlio Resende, um lume na voz de Elisa Rodrigues.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.

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4 respostas a Dá-me lume

  1. Beatriz Santos diz:

    E as mãos? Dá vontade de dizer atropelando Eugénio, “considerai agora as mãos…” sobre o piano, claro, mesmo que este lhe não pertença, pois.

  2. EV diz:

    Só conhecia pelo Jorge Palma. Que bonito. Todas as mulheres deviam ser cantadas, desenhadas, feitas poemas. Enfim, é como dizia o Dioguinho já velho e catarrento nos meus ricos Maias: já não homens, já não há nada.

    • Manuel S. Fonseca diz:

      Todas? Também é um bocadinho de exagero. Mas olhe que de Petrarca a Sternberg, já muitos homens puseram a boquinha em bico e os olhos em alvo a cantar as mulheres.

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