Música nuda, música vestida

O que eu me farto de gostar da Petra (Magoni) destes Musica Nuda, e de ouvir da boca dela  este mio amore, mio dulce, mio meraviglioso amore.

Mas gosto mais, e não é só por ser o original, do mon amour, mon doux, mon tendre, mon merveilleux amour, para não falar dos envoûtements, de Jacques Brel.

 

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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3 respostas a Música nuda, música vestida

  1. Ivone Mendes da Silva diz:

    E começa “Bien sûr, nous eûmes des orages” e tem aquele verso de que gosto tanto: “Il faut bien que le corps exulte”

  2. É tudo bom como são as palavras que o mestre embrulha para desembrulhar o que lhe apetece, ontem , hoje e amanhã certamente. Bom ser triste. Às vezes ouvir dói. Como dói o amor, às vezes.

  3. Beatriz Santos diz:

    Votarei até à morte nos envoûtements de Brel.

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