ZAZ: como a mesma coisa pode ser outra coisa

É uma miúda com uma graça do caraças. Os franceses já a conhecem há quatro anos. A Eugénia, deixou-a cair aqui, num comentário, como quem não quer a coisa. Eu fiquei abismado e deixo-a cantar duas vezes para me dizerem se estou enganado ou quê. E ai de quem não diga quê.

E não pensem que é só em ritmo de café-concerto. Se a apanharem na rua ou no metro, ela canta-vos assim. De um lado para o outro da rua.

 

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
Esta entrada foi publicada em Post livre. ligação permanente.

5 respostas a ZAZ: como a mesma coisa pode ser outra coisa

  1. EV diz:

    A minha menina Zaz agora também já é sua, e do nosso Nuno, e da nossa Rita… Boa!

  2. Beatriz Santos diz:

    Tem uma voz tão portentosa, há um tom de sensualidade a quebrar que alterna com os vibrantes cristalinos. Muito invulgar.

  3. nanovp diz:

    Forte, a voz parece suportada por uma genuína convicção natural para cantar…

Os comentários estão fechados.