Não há nada

não há nada

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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Uma resposta a Não há nada

  1. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Por baixo do véu há-de estar a vontade de não desistir…

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