Não, não, não!


Charlie-HebdoStephane ‘Charb’ Charbonnier
Georges Wolinski
Jean ‘Cabu’ Cabut
Bernard ‘Tignous’ Verlhac

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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3 respostas a Não, não, não!

  1. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Parece ser tarde de mais para a Europa reivindicar os princípios de liberdade de expressão que julgava serem respeitados por todos os que nela habitam…e vamos ter mais tempestades nos próximos tempos…Resta lembrar a coragem e determinação de tantos que arriscam a vida a defender valores de tolerância num mundo cada vez mais global mas também tantas vezes mais extremista…

  2. Beatriz Santos diz:

    Estas irracionalidades assustam.

  3. adelia riès diz:

    Ils veulent assassiner le droit à la moquerie, la liberté du rire, l’irrationnalité de l’humour. On peut rire de tout et de n’importe quoi! L’auto-dérision est le produit d’une société pas dupe.
    Vive Charlie Hebdo!
    Vive La Liberté d’Expression!

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