O “Charlie Hebdo” está escrito, ninguém o apaga

Sou eu, a Tia, Escrever é Triste, quem faz esta semana o Está Escrito. Para a semana, voltam os meus Tristes sobrinhos.

A liberdade é publicar e republicar sempre, uma vez mais, as capas inteligentes e livres do “Charlie Hebdo”.

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Quando uma revista com uma capa igual a estas, da “Charlie Hebdo”, estiver à venda num qualquer quiosque de um país muçulmano, nesse país existirá uma sociedade civil livre, com todas as liberdades, a começar pela liberdade de crença.

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Sobre Escrever é Triste

O nome, tiraram-mo de Drummond. Acompanho com um improvável bando de Tristes. Conheço-os bem e a eles me confio. Se me disserem, “feche os olhos”, fecharei os olhos. Se me disserem, “despe-te”, dispo-me.

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3 respostas a O “Charlie Hebdo” está escrito, ninguém o apaga

  1. A. diz:

    “Teu Cristo é judeu, teu carro japonês, tua pizza italiana, tua democracia grega, teu café brasileiro, tuas férias são turcas, teus números árabes, teu alfabeto é latino. E teu vizinho é tão-somente estrangeiro?”

  2. EV diz:

    Assim, com este Está Escrito e o banner, o nosso Escrever é Triste também está na marcha em Paris.

  3. nanovp diz:

    Fica escrito e desenhado!

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