A eterna queda dos ismos

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Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
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5 respostas a A eterna queda dos ismos

  1. Diogo Leote diz:

    Bela ideia, sim senhor. Só por isso valeu a pena os ismos terem caído.

  2. Manuel S. Fonseca diz:

    Ou seja, é só trambolhões…

  3. riVta diz:

    Não sei o trabalhão que te deu andares a atirar livros para o ar mas que a ideia é genial … ai isso é!

  4. nanovp diz:

    Caem os “ismos”, renascem os “neos”, fica muito da mesma “merda”…E fiquei preocupado com os livros, coitados…

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