Ilha deserta

Sim. É esta a música que eu gostava de levar para uma ilha deserta. O livro? Oh! A Yourcenar para poder voltar sempre ao princípio e nunca me cansar.

Hoje Gustav Mahler (1860-1911) faria 155 anos. Vou assim acender umas velas em sua homenagem porque com um bocadinho de sorte ainda o vou ouvir … soprar.

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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11 respostas a Ilha deserta

  1. G. diz:

    Your­ce­nar e Mah­ler? Totalmente de acordo.

    (1055? 🙂

  2. Primeiro, as leis têm que mudar, as ilhas desertas têm todas dono e, ir para uma, é invasão de propriedade, punida com 4 anos numa cela… deserta (most of the time):

  3. nanovp diz:

    Com tudo isso também eu quero ir….mas aí deixava de ser deserta…

  4. Luís Casal diz:

    só, a dois ou no meio rua estamos sempre numa ilha deserta, mas mudando de assunto, acho a escolha musical acertada mas, sugeria as versões re-escritas por Schoenberg, mais interessantes, e uma interpretação mais dirigida ao alvo, como as Measha Brueggergosman. Não estando garantidas estas condições vejo-me obrigado a declinar o convite

    • riVta diz:

      Felizmente há condições que podem merecer ligeiros acertos.
      🙂

      • Luís Casal diz:

        Sim? Isso é bom porque já agora, o livro podia ser sei lá ” Os doze Césares ” por Suetonio, está mais perto das fontes e é mais variado, mas já estou a pedir demais, deixei-me entusiasmar com a ideia…

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