Arquivos Mensais: Outubro 2015

Pessoa e Godard

Hollywood foi para Godard o que o sexo foi para Fernando Pessoa: nunca experimentou. Não foi por falta de vontade, e houve até um dia em que, como Pessoa a colar a ansiosa boca à boca de Ofélia, Godard beijou … Continuar a ler

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Bonjour Mundo!

Levantei-me e as voltas do costume. Sumo verde. Café. Janela aberta e luz a rodos para cinco gramas de sol até à chegada das nuvens. Ia fazer a minha sequência mágica como a banha da cobra, mas por não estar … Continuar a ler

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Ana Vidigal em Pessoa

É um gosto plasmar aqui o texto de Ana Vidigal, lido na Casa Fernando Pessoa, no lançamento de “Minha Mulher, a Solidão.” INDICE DO CORTA E COLA, de Ana Vidigal Em primeiro lugar gostaria de agradecer o convite do Manuel, … Continuar a ler

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Carta inédita de Fernando Pessoa

Ontem, na apresentação deste livro, houve uma enorme surpresa. Foi revelada uma carta inédita de Fernando Pessoa. Não se sabe se a carta foi agora descoberta, tendo sido escrita por ter Pessoa previsto astrologicamente que o livro seria um dia … Continuar a ler

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Os meninos-jesus da casa Fernando Pessoa

Ontem à noite, na casa Fernando Pessoa, aconteceu um daqueles momentos mágicos. Estava o Escrever é Triste quase em peso e veio uma coisa extra-terrestre que transformou toda gente em meninos. E como era na casa Fernando Pessoa os meninos eram … Continuar a ler

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Foi bonita a festa, pá

Ontem, na bonita festa, pá, de que fala Pedro Norton, a festa do lançamento do livro, magnífico, «Minha Mulher, a Solidão», e no qual tenho a alegria de participar, por não poder estar presente, enviei esta nota que foi lida … Continuar a ler

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Eu Tive um avô Poeta (*)

Eu tive um avô poeta. Escusam de o procurar em antologias, em compêndios sisudos sobre a literatura lusitana do século XX. Tive um avô poeta mas só o percebi agora. E sei reconhecer que nem sequer escrevia muito. Ou, se … Continuar a ler

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Um menino especial

Um Menino Especial Até aos seis anos visitava com regularidade a minha avó, mãe do meu pai, que morava no Bairro Alto. Lembro-me que a casa dava para um pequeno pátio no interior do quarteirão para onde se debruçavam mil … Continuar a ler

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O beijo de Maureen O’Hara

O beijo que Maureen O’Hara e John Wayne deram em “The Quiet Man” é o arquétipo de todos os beijos. Os do cinema e os que na vida mais se parecem aos do cinema. Lembro-o, e queria ser eu a dá-lo hoje, … Continuar a ler

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O riso e a perninha de Astaire

Não sei se é rir ou dançar. É disso que eu mais gosto e esqueçam lá ler e escrever. Pode ler-se a dançar, como as elegantes pernas de Leslie Caron mostram no “An American in Paris” e a rir escreveu … Continuar a ler

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Me, Myself & Ai Voodoo

x Enquanto ando embrulhada numa lesão que me roubou alguma destreza física, tropecei à porta de casa nesta empresa que me tirou da letargia triste em que me encontrava. Uma Rita em miniatura para oferecer aos meus amigos. Já imaginaram poder passar … Continuar a ler

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Macaco Argonauta

MACACO ARGONAUTA Hoje de manhã comi melão, bebi café. À hora de almoço, posso dizer sem mentir, o meu corpo já era parte melão e café e todas as acumulações de tantos anos de melão e café e ar e … Continuar a ler

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Dias que Vão e Vêm

    Dias como hoje, só, grão de poeira que viaja sem direcção ao empurro do vento, Altivos. Leves por já não serem nada, como sementes que passam sem deixar rasto, Entaipados. E tudo a passar por ali ao lado, … Continuar a ler

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Maiakovski

Maiakovski foi o expoente máximo do Futurismo soviético. Vanguardista, a poetas como Ezra Pound, Marinetti, ou mesmo T. S. Eliot, unia-o essa inclinação para o totalitarismo que parece ser o destino das vanguardas. Com tradução de Augusto de Campos, poeta … Continuar a ler

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Presente futurante

Agora que penso nisto, vejo que é a ideia de futuro, e não o passado, que constrói o nosso presente.

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