Arquivos Mensais: Novembro 2015

Cerejas do meu fim-de-semana

Não vou dizer que o Pedro Norton é uma cereja, mas a verdade é que se não fosse o post dele aqui, nunca teria aparecido este post que agora têm debaixo dos vossos olhos. Os posts são como as cerejas, … Continuar a ler

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Quatro Anos voaram

Loucura & PN a desafiar. ” Le Désespéré” – Auto-Retrato de Gustave Courbet (1819-1877) Colecção particular

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Para onde lhes penderá o coração?

Perguntam e perguntam bem. Que raio tem a Harper Lee a ver com o Steven Spielberg e com os irmãos Coen? Porque é que Bridge of spies me fez lembrar To kill a Mockingbird? O que é que o Alabama dos anos … Continuar a ler

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Vodafone Mexefest 2015

Duas noites, sete concertos, quatro salas. Foi esta a minha colheita do Vodafone Mexefest 2015. Das sete actuações selecionadas, duas eram absolutamente indiscutíveis: Benjamin Clementine e Patrick Watson. As outras, Akua Naru, Chairlift, Best Youth, Georgia e Petite Noire, obrigaram-me … Continuar a ler

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Fernando Pessoa

Já devo ter dito isto uma dúzia de vezes: este é o livro com as soluções gráficas e tipográficas mais originais que já fizemos na Guerra e Paz. Grande variedade de papéis, dos mais sofisticados, ao mais humilde papel de … Continuar a ler

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Crónica de uma loucura anunciada

    Mas louco como? Pode ficar-se louco assim de um dia para o outro? Em hora programada e sem qualquer sintoma? Sem achaques? Sem dores nem pontadas? Que sim, que sim. É raro. É um distúrbio raro. Mas acontece. … Continuar a ler

Publicado em Museu das Curtas, Post livre | 3 Comentários

As musas são para sempre

    O Manuel e o Diogo andam ali para baixo a discutir o Egon e o Gustav. Eu, que tenho esse dois amores e não sei de qual gosto mais, fui desenterrar este texto velho e curtinho sobre Emily … Continuar a ler

Publicado em Trasladações e Outras Ossadas | 6 Comentários

Na cozinha de Cate Blanchett

Esta canção e este filme são dois dos meus guilty pleasures. São foleiros a olho e são lindos e são delirantes e fazem-me dançar. E fazem-me rir. A canção é da super-super-super inenarrável Bonnie Tyler e chama-se, se for cantada … Continuar a ler

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Photopoesias III

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Carta do escuro da manhã

Eye hath not seen, nor ear heard, neither have entered into the heart of man, the things which God hath prepared for them that love him. 1 Corinthians 2:9, KJV CARTA DO ESCURO DA MANHÃ A minha poesia não arrasta … Continuar a ler

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A mercearia de Scorsese

Na minha rua da Vila Alice, em Luanda, havia três mer­ce­a­rias. Mas só a do Senhor Manel se podia gabar de ser o espe­lho bor­ge­si­ano das mer­ce­a­rias do “Bronx Tale”, gen­til filme que Robert De Niro diri­giu, ou das que … Continuar a ler

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O beijo

O Manuel falou em Klimt (ainda que a propósito de Schiele, o seu mais dilecto discípulo) e eu não resisto a vir para aqui distribuir beijos. Tudo isto porque é dele, Klimt, o maior beijo da História. O maior e … Continuar a ler

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O PARAÍSO SEGUNDO LARS D.

Dobram-se páginas umas seguidas de outras. Lêem-se páginas de outros livros. Vamos ao cinema. Estamos com Deus. Seguimos Lars e as personagens dos livros que escreve, mas é na voz da sua mulher que espreitamos a intimidade do casal sexagenário … Continuar a ler

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Vaidade

  Há duas formas de sermos vaidosos. Uma, básica, é gostarmos de nós. A outra, que tem mais graça, é a de nos enchermos de vaidade por sabermos escolher de quem gostamos.

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Pentimento: “A Pianista” e a Reprodução da Violência

Andava há anos para o ver mas, por alguma razão, nunca calhou. Arrumei a questão como sempre faço quando estou desesperado: comprei-o em Espanha (dvdgo-com, aconselho sonoramente). Na filmografia pré”Laço Branco”, “A Pianista” é o mais célebre capítulo do austríaco … Continuar a ler

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