Auld Lang Syne, abram o champagne

Quantas vezes é que eu já disse que gosto da multidão que canta? Digo outra vez.

E ainda gosto mais da multidão que sabe onde pertence e que, por não ter vergonha do seu passado, sabe qual é o seu futuro. Se vou começar com sermões? Qual sermão, abra-se é o champagne. Esta é uma canção que quero ouvir todos os anos. Quando o ano falece, quando o ano nasce. “Well, levantemos nós também a taça da amizade:”

 

 

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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4 respostas a Auld Lang Syne, abram o champagne

  1. EV diz:

    Sabe onde ouvi isto pela primeira vez? Nos Pequenos Vagabundos! Mon dieu, uma geração inteira de meninas apaixonadas pelo Jean Loup a cantar les vieux amis du temps passé…

    • teresafont diz:

      Também eu Eugénia. Les Galapiats. andei hoje à procura e não encontrei. Quis tanto ser a Marion. Para haver quem perceba ~seja do que for- venho aqui, já sei. E um grande 2016. (quase que rimei e tal) Beijos para si e para todos.

    • teresafont diz:

      Manuel também é a minha canção de sempre de novo Ano. Que bom ser a vossa.. Happy New Year!

  2. Eugénia e Teresa, tendo vindo do mato, chegado a Portugal quando acabava 1976, e nunca praticamente tendo visto televisão até aos 24 anos, não faço ideia do que estarão a falar… Mas vou descobrir. Bom Ano.

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