Arquivos Mensais: Outubro 2016

Passagem

PASSAGE Antony Gormley – White Cube, Londres Outubro 2016 Fotos: White Cube, Ben Westoby A relação do indivíduo com a envolvente construída foi o ponto de partida para esta exposição. Trago a peça “Passage” porque de todas as coisas expostas … Continuar a ler

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Nunca foi a economia, estúpidos.

Verdun foi a batalha mais longa de sempre. Começou no dia 21 de Fevereiro de 1916 e acabou no dia 16 de Dezembro de 1916. O campo de batalha não tinha 10 quilómetros quadrados. As vitimas terão ultrapassado as 800.000. … Continuar a ler

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Rita Redshoes – Bravo

x x A música e o que fazemos dela é uma coisa tão privada e simultaneamente tão pública que me atrevo a dizer que acordei hoje muito mais feliz que ontem. O nosso Manuel obriga as pessoas a ouvirem esta … Continuar a ler

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O sagrado e o obsceno

Aviso-vos de que não vai ser fácil de explicar. Preparem-se para o sobressalto. Está nas livrarias e é, agora, um só livro. E é como se fossem dois livros opostos, possuídos pelo mesmo frenesim, mas com duas distintas loucuras. Um … Continuar a ler

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A sunday kind of love

  A SUNDAY KIND OF LOVE Se amanhã fôssemos domingo, passeávamos de mão dada na Gulbenkian, beijávamos na boca, no jardim, esse sunday kind of love. Mas tão pouco somos das 9 às 5, com ou sem horário para almoço … Continuar a ler

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Café Society

Ontem ganhei o dia por causa de um filme. Um dia, não, terei talvez ganho anos à conta de um filme. Talvez tantos quantos os que me separavam da idade da gargalhada rouca e envelhecida que, na escuridão da fila … Continuar a ler

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Partir

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outros cadernos 5

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Nelson Rodrigues, a cujos pecados me confesso

      Voltar a este texto é, para mim, como rezar pai-nossos e avé-marias quando era adolescente. Rezava-os consolado pela remissão dos pecados a que, assim, podia voltar com redobrado vigor e de alma limpa. Eu pecador a Nelson … Continuar a ler

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O morto orgulhoso

Matou-o uma mesinha-de-cabeceira. A trivialidade de um facto destes põe-nos um esgar cínico nos lábios. Deixamos de querer a mesinha-de-cabeceira na nossa vida. Imagino que perguntem se o fulano que é assassinado por uma solitária mesinha-de-cabeceira teria alguém que o … Continuar a ler

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Mínimas

Muitas vezes, é preciso um mau motivo para fazer a coisa certa.

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Viagens à beira-mar

crónica publicada, no passado Verão, na revista EPICUR, que vivamente vos aconselho a ler e coleccionar.  Todo o português é um Mark Twain. Todo o português é um Rudyard Kipling. E antes que a ideia escorra a desbotar-se no parágrafo … Continuar a ler

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Blogs do Ano: dois belos rapazes e uma miúda gira

Dois dos nossos rapazes foram o comité EET nos Blogs do Ano. Entrevistados, deu-lhes para ser, vá, um tudo nadinha malvados, mas com piada – a culpa é dos nervos: a menina é gira que se farta e já se … Continuar a ler

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O silêncio

E já que estou com a mão na poética e nobelizável massa, aproveito para alertar a navegação que há ainda mais mau tempo no canal! É que, de uma forma geral, e salvo desonradíssimas excepções, abomino recitais de poesia. Tudo … Continuar a ler

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KARMA-lata 4

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