You never can tell

Isto, claro, requer génio. Ou não fosse Chuck Berry quem é. Keith Richards que o diga.


Isto requer jeitinho. Mas, para ser franco, acho que era homem para dançar assim.


Mas isto. Isto, não sei o que lhe chame. Só o The Boss improvisaria assim. Por favor vejam até ao fim. Vão perceber o que é um grande intérprete.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
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5 respostas a You never can tell

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    rock ‘n’ roll man

  2. albertino.ferreira diz:

    Não é por acaso que a “Rolling Stone Magazine” inclui meia dúzia de composições de Chuck Berry, entre elas; “Johnny B. Goode”, “Maybellene”, “Roll Over Beethoven”, “Rock and Roll Music”, “Sweet Little Sixteen”, nas 500 melhores canções pop de todos os tempos…

    • Pedro Norton diz:

      Não é por acaso de certeza. Foi a inspiração maior de grandes génios. Entre os meus favoritos está Keith Richards.

  3. Paula Santos diz:

    Grande. Soube tão bem.
    Obrigada pela partilha.

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