Zen

Procurei casa em Lisboa. Para comprar. Arrendar. Licitei na sexta-feira um raio de um apartamento minúsculo, a cair aos bocados, para restaurar – perdi, claro, parece que afinal era grande, espaçoso e tinha acabamentos de primeira. Ia mesmo agora cortar os pulsos. Mas dei com isto. Ninguém consegue fazer uma sangria desatada a rir.

Ps: Henrique Raposo, que é lá isso de luxos de família, vida, trabalho?! Faça-se já um Torremolinos por bloco de apartamentos!

Sobre Eugénia de Vasconcellos

Escrever também é esta dor amantíssima: os lábios encostados à boca do silêncio, auscultando, e nada, esperando dele a luz que beije. É assim, pelas palavras se morre, pelas palavras se vive.
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4 respostas a Zen

  1. adelia riès diz:

    😀

  2. Manuel S. Fonseca diz:

    Não é um dos seus poetas que tem um livro sobre o problema da habitação? Venha dái que estamos à sua espera.

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