Quando o Céu desce à Terra

 

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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2 respostas a Quando o Céu desce à Terra

  1. Bea diz:

    É digno de ser visto. Ontem, para além da beleza natural e dos cheiros que a pituitária saudou a desvanecer, foi refresco de gotas . Apesar de o mesmo incansável calor se reinventar nocturno e hoje assolar o dia desde os alvores. Inclemências que contam de um tempo demente, doente, castigador. Ou será demência humana e já a acesa temperatura nos baralha.

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