Corre, corre caballito

A verdade é que me magoei antes de ontem. A verdade é que não estava para médicos nem fisioterapeutas. A verdade é que, da última vez em que estive na casa da minha mãe, trouxe Gel Defatigante Crin Blanca, Jose Collado, para cavalos. A verdade é que tem uma cor linda. A verdade é que cheira a cânfora. A verdade é que isto foi uma decisão clinico-filosófica  à Paul Karl Feyerabend – “Anything Goes.” Se relinchar, não chamem o psicanalista…

Sobre Eugénia de Vasconcellos

Escrever também é esta dor amantíssima: os lábios encostados à boca do silêncio, auscultando, e nada, esperando dele a luz que beije. É assim, pelas palavras se morre, pelas palavras se vive.
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11 respostas a Corre, corre caballito

  1. Gonçalo diz:

    Estes últimos posts têm sido muito bons! Não desfazendo nos anteriores… verdadeiros puro-sangue lusitanos (já que se fala de caballitos).

  2. Creatur diz:

    maravilha deliciosa. Tempos em que estas preciosidades nos enalteciam. Obrigada Eugénia.

  3. carlos diz:

    Funciona: lá em casa é o que se usa. Mas também há o Tiger Balsam, além da banha da cobra. Enfim, todo um jardim zoológico.

  4. albertino.ferreira diz:

    Pois é, desta vez nem o Cole Porter lhe vale. Coitado, caiu dum cavalo e partiu logo as duas pernas…Anything Goes…

  5. manuel s. fonseca diz:

    Vi a Marisol de trás para a frente e de frente para trás (honny soit…) no cinema da 7ª esquadra, em Luanda. Nunca se magoava, nem a caballito. Como é que arranjou isso, menina Eugénia?

  6. eu acho que já lhe disse que a Marisol esteve aqui

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