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Está Escrito

Grandes discursos: Ich Bin ein Berliner

Este é um livro de heróis. Um livro de batalhas, de vitórias e de derrotas. Nalguns casos de derrotas que vão até à morte. Mas às batalhas, à euforia da conquista, ao luto que caminha ao lado dos féretros, à … Continuar a ler

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contra corrente

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Pierre-Félix-Louÿs, as datas seminais

      Deixem-me falar de Pierre-Félix Louÿs. Escritor, erudito, erotómano. De cabeça perdida pela beleza, que só encontrava, luminosa, transcendente, na poesia e no corpo feminino. Uma obsessão estética, moral e física. Esqueçam a moderna alarvidade sexual. Louÿs entrega-se, com … Continuar a ler

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o apaixonado

andam os trisres em marés de paixão. Salomão, Salomés, S.João,pintores e poetas… para não deixar  a maré baixa desaparecer , aqui vai mais uma onda , um pequeno grande poema que J.L.Borges publicou na revista TERROIRS de 1981 e que … Continuar a ler

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Nelson Rodrigues, a cujos pecados me confesso

      Voltar a este texto é, para mim, como rezar pai-nossos e avé-marias quando era adolescente. Rezava-os consolado pela remissão dos pecados a que, assim, podia voltar com redobrado vigor e de alma limpa. Eu pecador a Nelson … Continuar a ler

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Está imaginado

para o Pedro Bidarra, provavelmente o humano com mais imaginação que conheci até hojeUm dia, enquanto caminhava distraidamente na rua, tropecei num verbo novo. Poucos passos à minha frente, uma mulher dizia, num tom ríspido q.b., ao homem que caminhava a seu … Continuar a ler

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Os teus olhos

    Pus-me a contar as estrelas Contei duzentas e doze Com as duas dos teus olhos São duzentas e catorze. Está escrito. Pela mão do povo. O povo é português e escreve assim no amplo livro da memória. Com mais … Continuar a ler

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ÁLVARO, do Fim (*)

  A árvore genealógica de cada um é a árvore genealógica de cada um. Há linhagens brilhantes ao longo de gerações e gerações e casos de irregularidade profunda. A regra é a aleatoriedade, daquilo que me foi dado a observar, … Continuar a ler

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Uma Polémica Actual

Se fosse possível olhar a nossa própria vida de fora, como que da lua, talvez pudéssemos caracteriza-lá mais objectivamente. Olhamos para o mundo de hoje, cada vez mais individualizado, arbitrário, extremo, e temos dificuldade em descrevê-lo objectivamente. Felizmente que podemos … Continuar a ler

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Um livro que nunca lerei

    Queridos tristes, hoje vou escrever sobre um livro que não li e não lerei. Enviaram-me algumas partes, leram-me ao telefone outras, é certo, mas fosse como fosse, ainda que não soubesse qual o assunto, não o leria. Por … Continuar a ler

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A orgia parisiense

    Será que cheira a Revolução no mundo em que vivemos? Às juvenis narinas de Jean-Arthur Rimbaud cheiraram a revolução. Uma maiúscula e convulsa Revolução. Havia meio ano que a Prússia se enfiara França dentro, ganhando batalhas e cercando … Continuar a ler

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Oscar Wilde anarquista

Esta pequeníssima deriva biográfica faz também parte do Livro Amarelo de que já falei aqui e cuja capa volto (enjoativamente) a plasmar no fim deste post. Garanto que é a última vez. Está dito e está escrito.   A figura … Continuar a ler

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Fernando Pessoa anarquista

Do Livro Amarelo em que juntei o anarquismo de Fernando Pessoa e Oscar Wilde, copio esta pequenina deriva pela biografia de Fernando Pessoa. Como é sabido, e aqui se confirma, o que Pessoa fazia era “outrar”. Se isso é uma … Continuar a ler

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Isto também não pode ser só futebol

    Isto também não pode ser só futebol e patriobolismo às carradas. E embora me ande a apetecer elucubrar três mil caracteres hagiográficos sobre o Renato Sanches, o que farei se depois de ler o que me dizem que … Continuar a ler

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Desintoxico lá para o Natal

A explosão modernista – ah, a modernidade! – poetas como Pond e Eliot, Rimbaud e Rilke, o Expressionismo alemão, Strindberg, Kokoschka e Wedekind, a pintura Impressionista, a música de Schoenberg e Stravinsky, os bailados de Diaguilev, os Manifestos Futuristas, o … Continuar a ler

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