Arquivo da Categoria: Post livre

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A beleza interior

Publiquei este post noutro blog, o Livro, Labirinto e Letras. Lá só escrevo praticamente sobre os livros da Guerra e Paz editores, que é minha e que oito esforçados e talentosos trabalhadores tudo fazem para tornar melhor. Se republico o … Continuar a ler

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Deambulação maniqueia: o visível e o invisível

Há o visível e há o invisível. Temo que se queixem de algum exagero conceptual nestas crónicas. Ora, eu prefiro ser rude e apontar com o dedo a ser acusado de conluio com qualquer dos falecidos filósofos franceses dos últimos … Continuar a ler

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Espelho Teu, Espelho Meu

ESPELHO TEU, ESPELHO MEU Um homem não consegue perceber isto de sapatos e carteiras – nem precisa… Nem isso nem o espelho da Madrasta da Branca de Neve onde nos vemos todos os dias e todos os dias ouvimos dele: … Continuar a ler

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Vittorio Storaro

Se soubesse que ele vinha cá visitar-nos, tinha guardado este post para hoje. Publiquei-o há seis meses. Mas amanhã, Storaro é homengeado na Cinemateca, a minha velha casa. Não consigo fazer outra coisa que não seja repetir esta entrevista. Take … Continuar a ler

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Mas ontem no sofá

A cara era de trombalazanas. Charles Laughton se fosse cão seria um bulldog. Marlon Brando, se quis ser Don Corleone, teve de atafulhar as bochechas com algodão. Laughton tinha as bochechas cheias de Shakespeare e Old Vic. Era, como os … Continuar a ler

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no way out

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Sábado à tarde

Faz hoje um ano que morreu o meu lindo Cão. Tanto amor… como só um cão sabe ou pode. Hoje vi tantos meninos de quatros patas a passear, vestidos e em pêlo. De trela, peitoral ou em perigo livre. O … Continuar a ler

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O escadote e a peste

  Será mesmo verdade que somos o que lemos? É que se for, estou feito num frangalho. Nem eu sei o que sou, nem com um espanador me hão-de apanhar os destroços. Passei agora pela  minha estante, a mais alta … Continuar a ler

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Songs of a Lost Time (2)

titulo : “one more cup of coffee” album : Desire artista : Bob Dylan O álbum foi gravado em 1975 e lançado em 76, o décimo sétimo álbum de estúdio de Dylan… Em todos os aspectos este é um dos … Continuar a ler

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Em Memória de um Novo Amigo

  Conheci  mal o Pedro Rolo Duarte. E conheci-o apenas há um par de anos. Vejo-o e lembro-o como um novo amigo. Nunca fui a casa dele mas acho que chegou a vir cá a casa. Encontrámo-nos, como sempre se … Continuar a ler

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je suis un autre 4

«Há muito tempo que abandonei a denominada arte moderna»                                                              Joseph Beuys Não colocarei os meus pés em solo americano antes do fim da guerra do Vietname. Voarei para N:Y.  Serei recolhido e transportado deitado na maca de uma ambulância. … Continuar a ler

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Um rosto pré-Big-Bang

Olhem para a cara de pedra de Buster Keaton. Pode parecer uma cara irresoluta. Ou de uma inexpressiva perplexidade. Hoje, a idade a roubar-me massa muscular às pernas, que embora curtas já chegaram a ser bonitas, sei e tenho a … Continuar a ler

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One from the kidney

Me and my sister. Em estreia nesta nossa Triste casa de esfuziante alegria. Não é a canção dos This Mortal Coil que nos traz aqui. Poderia ser One From the Heart, de Tom Waits, sim. Mas é sobretudo o Riso, … Continuar a ler

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Túnel

TÚNEL Fiz esta casa como se tivesse vindo para ficar. Como se uma casa fosse mais do que o túnel entre dois sonhos: o que se teve e o que nem se consegue ter.

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Como é que lhe digo “obrigada, Pedro”?

Morreu Pedro Rolo Duarte e eu tenho tanta pena – é triste. São só cinquenta e três anos e uma vida cheia ainda para viver. E tenho pena porque não lhe pude dizer olá, nem obrigada, nem dar-lhe um abraço … Continuar a ler

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