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Quase!

Está quase! Está quase! Afirmam, perguntam-me, tocam-me na barriga olhos cheios de esperança. Acariciam o mundo, mãos de linhas tortas e direitas, carregadas de passado e desejosas de futuro, de um bom futuro. Abençoam e abençoam-se neste cruzamento onde tudo … Continuar a ler

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O fogo

É muito difícil escrever posts alheios à realidade que os portugueses viveram nas últimas 48 horas. Sobretudo porque, poucos meses depois, se repetiu a mesma tragédia, se sucederam outras e novas mortes e se choraram novas lágrimas sobre lágrimas já … Continuar a ler

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Um Rapaz aos toques no céu

E se eu vos dissesse que ontem chorei para dentro? A ocasião era de festa, eu não esperava por esta memória que a Marta guardava, e por pouco não saí lesionado. Mas Benfica é Benfica e eu fiz de mim … Continuar a ler

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Uma noite no Soho

Hoje não vou ao cinema. Iria, se me prometessem que lá estavam Francis Bacon e Lucian Freud. Digo-vos quem são. São dois tipos que se revoltaram contra o futuro. Haverá quem diga que são ou eram dois pintores e eu, … Continuar a ler

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O nosso editorial

Recordamos a leitores novos do Escrever é Triste o nosso editorial. O espírito do Escrever é Triste é lúdico e essencialmente baseado na troca de prazeres. Ou seja, e simplificando, CHATICES NÃO. Pedimos expressamente que não haja comentários  ad hominem, … Continuar a ler

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Ontem cantei o corpo eléctrico

    Ontem, a convite do Nuno Miguel Guedes e do Alex Cortez, cantei o corpo eléctrico do Walt Whitman nos Poetas do Povo. Numa sessão dedicada à América. Uma belíssima sessão onde tive por companheiros a Isabel Lucas, o … Continuar a ler

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O gato de Schrödinger

O Gato de Schrödinger Lá fora, a constante de trânsito num motor único, a obra, intermitente, ao lado. Por cima, mais alto, nas copas das árvores, pássaros conversam noutra língua. O ouvido, deste campo de vozes, colhe o que quer. … Continuar a ler

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A triste invisibilidade

 

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Sunday dreams, jardim & black coffee

sunday dreams Começar por onde? Um passo. Outro. E outro. Assim. Andar e nem saber que se anda. Tudo é novo à minha volta. Tenho outra vez dois anos e a vida é um lugar grande. Já tinha cafés onde … Continuar a ler

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Péssima estreia, filha, péssima estreia

Si tu vois ma mère A minha televisão é mais inteligente do que eu: queria o Sidney Bechet mas não o tinha trazido na mudança, o pc está com o som esquisito, e ela, toma Sidney Bechet. Salvou-me a vida. … Continuar a ler

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Talvez o careca fosse o Senhor Pinto

Quem é que, naquele tempo, tinha uma cabeça mais lisa e alva do que o deserto do Namibe? Tenho de perguntar ao Abílio e ao Simão, meus mais-velhos dos felicíssimos anos 68 e 69 da Luanda colonial. Talvez o careca … Continuar a ler

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uma madrugada assim

onde estamos quando nos sentimos em casa?   região de densidade esfera animada bairro cósmico   ética do espaço estar aqui?   parti-me,trágica, ao meio. Não havia nada  

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O que a SIC me deu a mim

A Manolo Bello e Pedro Norton À minha equipa de Direcção de Programas (Gualdino Paredes, Ana Torres, José Navarro, Victor Moura Pinto, Rui Silva Lopes) A Francisco Balsemão e Trigo de Sousa  A Francisco Grave, José Bastos e Silva e … Continuar a ler

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Nasceram três coisas lindas

Parece que é um documentário. Vou ver se o descubro. Mas este versão que começa com um bolero canónico, Lágrimas Negras, descamba na mais invejável liberdade livre. É bonito de ver e ouvir: quando tu nasceste, nasceram três coisas belas, … Continuar a ler

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A rapariga loura, de olhos tão mansos e líricos

Agora vive lá José Eduardo dos Santos. Ou ali tão perto. Era uma das casas do quilómetro 14, em que me aboletava para festas e praia. Já longe de Luanda, Morro da Luz na colina à esquerda de quem ia … Continuar a ler

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